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Libertos sim, mas libertinos jamais!

 O cristianismo sempre foi aos seus seguidores altamente exclusivo,mas não em termos de exclusão em si, isto é, o ato de ser cristão nos trouxe um sinal concedido pela Graça de Deus : a mudança. De tal forma, todo ser humano, depravado em seu pecado, ao receber a salvação ganha uma liberdade e ruptura com qualquer legalismo aprisionador, sabe-se que como foi escrito em Colossenses não é para o cristão ser levado pelas vãs filosofias e pensamentos inúteis de homens, mas sim ser direcionado a Deus .Com este pensamento, é notório a necessidade do estudo bíblico para não ser enganado com falsas religiosidades, falsos ensinos seculares e falsas aparências de piedade. Contudo, até que ponto irá a nossa liberdade ? Nos dias atuais, por incrível que possa parecer,muitos ditos cristãos ainda confundem  o termo, se por um lado há os extremamente legalistas ao atribuirem a tudo teor pecaminoso, escravizando os homens e mulheres, por outro há os favoráveis à libertinagem, escravizando a tudo e todos com costumes deploráveis a Deus. Então, entra o conselho de Paulo das coisas lícitas, já que como novas criaturas não podemos nos vestir depravadamente, nem agir como irracionais cheios de termos inadequados para nossa linguagem e de fato demonstrar o fruto do espírito concedido, de maneira a cortar nossa arrogância intelectual e deixar o temperamento ser transformado pelo cristianismo. E como fazer tudo isto? A resposta é estudo bíblico e sempre questionar se o que é feito  como comportamentos, palavras, leituras e reações são vergonhosas a Deus, se é adequado que Ele presencie e se não passa de mera vaidade.
Salmos 69-6
 Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, DEUS dos Exércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel.

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