Há alguns dias começou a circular na mídia uma exposição que relatava quadros com demonstrações de zoofilia, pedofilia e intolerância religiosa. Diante disso, um grande número de pessoas indignadas com o que viram resolveram manifestar sua opinião, de modo que ocorreu o cancelamento da exibição. Porém, a dúvida que persiste é: Qual motivo de tamanha grosseria em formato de exposição? Inegavelmente haverá quem defenda o exposto como fruto de trabalho artístico, entretanto vale ressaltar que atos que venham a ridicularizar crenças são intragáveis e devem ser tratados com repúdio, afinal o país é laico e isso não é sinônimo de antirreligioso.
Além disso, se a intenção artística era quebrar preconceitos, trouxe à tona um preconceito muito maior, repletos de rancor e proclamado pelo incêndio de revolta de seu público, o qual entende que impor goela a baixo seus ''ideais'' é a melhor forma de colocar respeito a suas causas. Outrossim, pode-se notar que o foco é naturalizar atos em prol de uma libertinagem, sendo assim aos poucos firmado o pensamento de que o que outrora foi errado é apenas uma nova forma de ver o mundo e ai daqueles que colocarem opiniões contra o movimento, logo, serão desrespeitados por não permitirem o desrespeito e taxados de intolerantes.
Sabendo disso, cristãos não devem compactuar com isso e não deve ser aceita a utilização de dinheiro público destinado à cultura para tais feitos. Mediante tal situação, fica-se um cenário de revolta dos que entendem a má intenção feita pelo ''Queermuseu'' e os defensores causa, junta-se a isso uma desculpa tímida e malfeita pelo Santander como modo de continuar com clientes ao mesmo tempo que direciona possibilidades de apoio ao ''projeto''.
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